segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Marquês de Sade

Hoje só vos deixo o aperitivo, do que irão encontrar amanhã neste espaço, a minha lojinha irá passar a sex shop, está certo leram bem, SEX SHOP.
Marquês de Sade, para quem nunca leu pode parecer-lhe estranho e bizarro, ou não lhe fosse atribuído o sadismo, mas para alem de ser considerado perverso e malvado, o que interessa é que Sade tem leituras de veras maravilhosas e excitantes.
Este aristocrata, Donatien Alphonse François de Sade, aliás, Marques de Sade, é uma figura incontornável na literatura mundial, realmente a sua temática erótica, bastante erótica para a sua época, valeu-lhe a notoriedade e consequente memoria na história.
Sade apesar de tudo o que achavam dele não se considerava nada mais, nada menos do que um moralista. Agora cuidado com as suas fantasias sexuais, porque por mais perversas que sejam, não pense que é só você a telas.



Nota: Amanhã é que isto vai ser quente.
P.S- Boa semana.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008


Hoje tomei a liberdade, não de trazer um Ferrero Rocher, mas de fazer homenagem a um dos grandes poetas que nasceu neste País*.
Manuel Maria de Barbosa l'Hedois du Bocage nasceu em Setubal no dia 15 de Setembro de 1765 e viria a ser um dos maiores representantes do arcaísmo em Portugal.
Para que descreve-lo mais, se o próprio se descreve “às mil maravilhas”.
Cumprimentos e votos de um óptimo fim-de-semana.



Retrato próprio


Magro, de olhos azuis, carão moreno,
Bem servido de pés, meão na altura,
Triste da facha, o mesmo de figura,
Nariz alto no meio, e não pequeno.

Incapaz de assistir num só terreno,
Mais propenso ao furor do que à ternura;
Bebendo em níveas mãos por taça escura
De zelos infernais letal veneno:

Devoto incensador de mil deidades
(Digo, de moças mil) num só momento,
E somente no altar amando os frades:
Eis Bocage, em quem luz algum talento;
Saíram dele mesmo estas verdades
Num dia em que se achou mais pachorrento.

Bocage



*Portugal: País com faixa costeira junto ao Oceano Atlântico, alguns dos seus habitantes falam e escrevem Português, mas nem todos o fazem, uma vez que nem todos tiveram a oportunidade para aprender a faze-lo graças aos longos anos de ditadura fascista.
Pratos típicos: bacalhau, cabrito, açorda alentejana e leitão à Bairrada, excepcionalmente francesinha.
Turismo: Algaarve – praias, turistas bêbedas e arruaceiros.


P.S- para visitar Portugal terá de se apressar, pois o País corre o risco de se afundar nas mentiras politicas.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Manifesto I

É importante que haja menos burocracia nas empresas e nos serviços públicos e passe a haver mais eficácia.
Se por acaso for o sistema que está mal e cria o enleio, morte ao sistema e aos seus mentores.
Quero que vá para o raio que o parta, quem ler este manifesto e não concordar.
Quero que o Mugabe seja atropelado por uma retro escavadora e os seus restos sirvam de estrume.
Parabéns Manuel de Oliveira.
Cumprimentos e quero que se fodam os atados que estagnam um país cada vez mais terceiro mundista.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Medusa


A Medusa, juntamente com as suas irmãs, era portadora de uma enorme beleza, no entanto a Deusa Afrodite cansada da vida debochada que levavam as irmãs, decidiu castiga-las, transformando-as em monstros e dando-lhes serpentes em vez de cabelos, presas pontiagudas, mãos de bronze, asas de ouro, e o seu olhar petrificava quem olhasse directamente para os seus olhos.
Perseu foi encarregado com a difícil tarefa de matar Medusa, cortando-lhe a cabeça, no entanto esta árdua tarefa só era possível se este possuísse alguns utensílios mágicos, tais como: um alforge, um par de sandálias aladas, que lhe permitiam elevar-se como uma pena e escapar velozmente dos monstros, um escudo de bronze bem polido cujo reflexo neutralizava o olhar petrificante das irmãs de Medusa e um capacete que, uma vez colocado, o convertia numa figura invisível.
De todos os objectos utilizados por Perseu, o escudo é talvez o mais simbólico da morte de medusa, pois é lá que está espelhada esta no seu último momento.
Vários pintores tentaram imortalizar a ocasião, mas quanto a mim Michelangelo Merisi da Caravaggio foi quem conseguiu mais notoriedade.

Medusa
Caravaggio, 1597
Oil on canvas mounted on wood
60 × 55 cm
Uffizi, Florence

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Terça que Sabe a Segunda

Incrível esta maneira de nos tratarem. Ainda não descansamos 3 dias e já voltamos à actividade. Irra que é demais!
Lavar, passar a ferro, fazer o almoço, o jantar, dar de comer aos putos, fodassse. Ainda mal tocou o despertador e já nós estamos a pensar que roupa vamos vestir, em desfazer a barba e em mil e uma coisa que iremos fazer.
Epa! Estou farto, de outro modo eu estou farto de estar farto, vou mas é para palhaço, visto um fato e uma gravata, meto um dicionário debaixo do braço, sempre dá jeito para dizer palavras caras, compro um carro com motorista (mando facturar ao Estado) e vou para a assembleia. Mesmo que não haja cadeira para mim, não faz mal, fico de pé, pode ser que vá algum á casa de banho. O que considero difícil, pois alguns dos que lá estão, tem raízes e são como as lapas, não deixam a cadeira nem mortos.
Bem vou lavar os dentes pois estou farto de vos falar em merdas.
Boa semana.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

E Agora?

Está ai mais um fim-de-semana prolongado, para bem da nossa espécie.
Se olharmos para a nossa vida o que vemos? Trabalho, obrigações, prazos, datas, limites. E o que resta de nós, o que há do homem livre que vive apenas a essência pura e básica da criação. Não há mais esse Ser, o que resta dele é a sociedade organizada e regrada que ele criou.
A antítese da liberdade do homem é o próprio homem, ou seja, o Homem tinha a missão simples de comer, crescer, reproduzir-se e morrer, concluindo, ser livre. No entanto estabeleceu novas tarefas, como ter amigos, carro, casa e consequentemente socializou o mundo. Porem quando algo corre mal queixa-se de falta de liberdade, de falta de tempo e do mal que está a nossa sociedade com a sua consequente falta de valores.
Meus senhores temos de assumir a nossa criação, pois ela tem tanto de maravilhoso e fantástico como de sinistro e maquiavélico.
Aproveitem o fim-de-semana para descansar, deixando de lado todos os problemas laborais, pessoais ou de outro género, pois nos fins-de-semana, o Homem encontra algum tempo.
Bom fim-de-semana a todos.


P.S- este texto é uma mera reflexão, agora não esperem fazer deste espaço um centro de aconselhamento, para mais informações contectem o Professor Karamba… lol

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Estou de Volta

Após esta ausência forçada cheguei à brilhante conclusão que a Internet é o Santo Graal dos tempos modernos. Ainda me lembro quando ouvi falar pela primeira vez desta maravilha, afirmo que fiquei logo entusiasmado, apesar de um pouco desconfiado, não com medo do que pudesse acontecer, mas sim por não ser tão fantástica como se dizia que era.
Hoje em dia a Internet serve para quase tudo, desde base de pesquisa para trabalhos, passando por local de recreio e lazer, até mesmo como arma para a prática de delitos, tais como a pirataria e diversos tipos de fraude.
Mas não é a discussão sobre esta maravilha que me trás aqui, vim anunciar o meu regresso e pedir desculpa por esta ausência, como já referi forçada.
Espero que os clientes da minha “lojinha” continuem fieis pois pelo contrário não desejo ceder nem um milímetro ás grandes superfícies comerciais… São lá agora elas concorrência à altura.